Editorial de Camille de 10 de fevereiro: Nossos direitos e nossos deveres

Justin Bieber, famosa cantora canadense que não é mais apresentada também é uma cristã devota. Em sua conta no Instagram, com 162 milhões de seguidores, ele não hesita em afirmar seu amor a Jesus e multiplica as mensagens de encorajamento.

“Receber Jesus é simplesmente crer, não se trata de seguir regras”, escreveu ele em sua última publicação. “Veja a evolução do seu relacionamento com Jesus, mude de 'você tem que fazer' para 'você quer fazer'! »Ele acrescenta mais.

ÉÉ um ponto que aparece regularmente nas publicações do cantor, ele opõe uma religião rígida e cheia de regras ao amor do pai. Um pai que nos aceita como somos. Assim, não estamos sujeitos a regras porque é isso que devemos fazer, mas é porque somos amados e transformados por este amor que queremos seguir Jesus. Não se trata de uma religião, mas de uma pessoa.

Embora nosso relacionamento com Deus não seja limitado pelo que “temos que fazer”, como seres humanos ainda temos direitos e deveres. Direitos que devem ser protegidos e deveres que devemos cumprir para sociedade ou outros.

Infelizmente, na Síria, nos campos sórdidos de Al Hol e Roj, 64 pessoas, 000% das quais são mulheres e crianças, veem seus direitos fundamentais violados. ONU denuncia condições humanitárias desastrosas e desumanas. A organização que defende firmemente os direitos humanos clama por ações coletivas para acabar com esta situação.

Enquanto em Colômbia, o governo decidiu mudar a vida de 1,7 milhão de venezuelanos, concedendo-lhes proteção temporária por dez anos. Graças a este ousado gesto humanitário, refugiados e migrantes venezuelanos terão acesso ao mercado de trabalho e a serviços básicos como a possibilidade de receber tratamento.

Desde o início da pandemia Covid-19, descobrimos um novo aspecto dessa noção de dever para com os outros. Em particular com as medidas de saúde postas em prática especialmente para proteger os mais frágeis e os mais necessitados. Dentro Zâmbia, à medida que a propagação da epidemia aumenta, os bispos do país estão incentivando as pessoas a agirem com responsabilidade e trabalharem juntas para vencer a batalha.

Para finalizar com uma nota mais poética, descubra a apresentação de Bella, filme do diretor Alejandro Monteverde lançado em 2006 e ainda inédito na França. Este filme, proposto por Saje Distribution, aborda com delicadeza a questão do aborto, ou melhor, de uma gravidez indesejada. E ele nos lembra que embora o aborto seja de fato um direito, outras alternativas são possíveis.

Camille Westphal Perrier

 

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