Covid-19: Uso de máscara não será mais obrigatório nas igrejas a partir de 14 de março

O primeiro-ministro Jean Castex anunciou na quinta-feira que várias restrições de saúde seriam suspensas a partir de 14 de março. A aplicação do passe de vacinação será suspensa em particular, enquanto o uso de máscara não será mais obrigatório na maioria dos lugares, incluindo igrejas. 

Aproveitando a melhoria na frente do combate à Covid-19, Jean Castex pôde anunciar quinta-feira o fim do uso de máscara, exceto nos transportes, e a suspensão do passe vacinal a partir de 14 de março.

Convidado para o jornal TF1, o primeiro-ministro mencionou pela primeira vez a guerra na Ucrânia, onde "a situação no terreno é inegavelmente muito desfavorável" antes de chegar à epidemia, que atormenta a vida dos franceses há mais de dois anos.

Deste lado, “a situação está a melhorar graças aos nossos esforços coletivos, graças às medidas que tomámos”, declarou Jean Castex. E “estão reunidas as condições para uma nova fase de alívio de medidas” que entrará em vigor um mês antes da primeira volta das eleições presidenciais de 10 de abril.

“A partir de segunda-feira, 14 de março, suspenderemos a aplicação do passe de vacina onde quer que se aplique”, disse ele.

Na mesma data, anunciou o “fim do uso da máscara obrigatória em todos os locais onde ainda se encontra” aplicada, “isto é, bastante no interior”.

“O uso de máscara não será mais necessário a partir de segunda-feira, 14 de março, no local de trabalho, nem nas salas de aula”, disse Matignon.

As igrejas, onde o uso de máscara é obrigatório desde o início da crise sanitária, também estão preocupadas.

Desde 28 de fevereiro, a máscara já não era exigida em locais fechados sujeitos ao passe de vacinação.

No entanto, duas medidas continuam em vigor. "O uso de máscara continuará a ser obrigatório no transporte público de passageiros, dada a lotação", disse o primeiro-ministro. E isto “por mais algumas semanas”, sublinhou o ministro da Saúde, Olivier Véran, em deslocação ao hospital Pompidou, em Paris.

Além disso, a máscara e o passe de saúde (apresentação de comprovativo de vacinação, teste negativo ou certificado de recuperação) serão sempre exigidos nos “estabelecimentos de saúde, lares de idosos, estabelecimentos de acolhimento de pessoas com deficiência particularmente frágeis”, bem como como "obrigação de vacinar, que se aplica aos cuidadores".

Um levantamento das restrições possibilitado graças a uma clara melhoria na frente da saúde.

Nas unidades de cuidados intensivos, verifica-se uma “diminuição de cerca de 400 a 500 doentes por semana”, referiu Olivier Véran, saudando que os hospitais já não sejam obrigados a desprogramar outros cuidados.

“Se aparecer uma nova variante e for mais perigosa, estaremos mais do que vigilantes”, assegurou.

A equipe editorial (com AFP)

Crédito de imagem: Shutterstock / Adam Jan Figel

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